Mais um desafio para nossa “Eterna MVP”.

Nossa “Eterna MVP” tem mais um desafio pela frente. No último encontro com a equipe do Minas, Paula voltava de lesão e ainda não estava na sua melhor forma física, hoje podemos esperar uma atuação diferente, ela disse: “Já estou recuperada graças a Deus, espero jogar muito melhor ajudando assim o nosso time na luta pela vitória.”

Pela primeira rodada da Superliga o Brasília Vôlei venceu o Minas fora de casa pelo placar de 3 sets a 0. Pela Copa do Brasil o Minas deu o troco também fora de casa e eliminou o Brasília pelo mesmo placar. Nessa noite podemos esperar um jogo emocionante, tendo em vista que as duas equipes estão brigando diretamente na tabela de classificação. Atualmente o Brasília ocupa a 4º colocação com 32 pontos, o Minas vem em 5º lugar com 30 pontos. Com sua experiência na Superliga, Paula Pequeno comentou sobre o jogo: – “O andamento do campeonato vai criando e aumentando as rivalidades pois estão todos trabalhando para se classificar no melhor lugar possível, então, esse jogo tem sabor de revanche. Perdemos o último jogo porque erramos mais do que elas e não tivemos a frieza necessária para definir nos momentos importantes.”

Sobre o desempenho do Brasília na temporada ela nos revelou: – “Sinto que não estamos no nosso máximo. Podemos evoluir e chegar ainda mais longe, só depende da gente. Precisamos de foco, cuidados extras e concentração máxima para superar expectativas.”

O jogo será disputado hoje (14/02) às 20:00 horas no ginásio do Sesi, em Taguatinga, esperamos casa cheia e todo apoio para nossa Bicampeã Olímpica Paula Pequeno.

 

 

O reencontro da “eterna MVP” Paula Pequeno, com o Osasco

Esse é o ano em que a atleta, considerada duas vezes melhor jogadora de vôlei do mundo completa 20 anos de carreira. Grande parte desse vitorioso período foi defendendo o clube do Osasco e o respeito e  carinho mútuo entre atleta e clube se faz valer dentro e fora de quadra. Disse Paula:
– “É sempre especial pra mim estar em Osasco. Apesar de estar jogando contra, a sensação é muito boa, pois foi onde eu cheguei menina, virei mulher, mãe, perdi olimpíada (2004) e ganhei outra (2008), então apesar da rivalidade entre os times sempre terei respeito por Osasco. Sempre fará parte da minha vida e tenho fãs eternos que amo muito.”
Por ser a capitã e a jogadora mais experiente do Brasília Vôlei, Paula Pequeno tem a missão de comandar a equipe candanga, num jogo decisivo que valerá a permanência no G4. Paula comentou sobre o jogo:

– “Estamos trabalhando muito duro para conseguir evoluir ainda mais. Temos consciência da dificuldade desse jogo e elas têm a vantagem de estarem jogando em casa mas temos que buscar o máximo de eficiência possível para tentar a vitória novamente.”

No primeiro turno da Superliga, Paula levou a melhor, ajudando a sua atual equipe, o Brasília Vôlei, a conquistar o feito inédito de vencer o Osasco. O placar foi de 3 sets a 0. Apesar disso, ela enxerga o favoritismo do clube paulista em relação às brasilienses:

–  “Sem dúvidas o time de Osasco é o favorito. É um time muito tradicional que conta com um plantel de atletas muito eficientes. Temos que entrar concentradas e aguerridas, o resultado vai ser consequência do que a gente conseguir fazer em quadra.”
O grande encontro ocorrerá às 21:30 horas, nesta sexta feira (10/02). O jogo será transmitido ao vivo pelo SportTV.

BRASÍLIA VÔLEI: Paula Pequeno completa quatro anos de Terracap/BRB/Brasília Vôlei

Neste mês a bicampeã olímpica e duas vezes a melhor jogadora do mundo, a capitã do Terracap/BRB/Brasília Vôlei, Paula Pequeno, comemorou 35 anos de idade. Em uma vida dedicada ao esporte, Paula celebrou 20 anos de carreira. Além das duas marcas, a ponteira também completará quatro anos vestindo a camisa do Brasília, sendo a única remanescente do elenco que iniciou o projeto montado por Leila Barros e Ricarda Lima, na Superliga 13/14.

Paula Pequeno retornou à Brasília em 2013, após encerrar seu contrato com o Fenerbahçe da Turquia. Desde 1997, quando ainda atuava pela ASBAC, a jogadora não representava uma equipe da cidade onde nasceu e passou a infância. Criada entre a Guariroba e o Guará – cidades satélites da Capital, a jovem atleta mudou-se para São Paulo quando tinha apenas 14 anos. Após conquistar tudo no voleibol, Paula acertou com o recém-criado Brasília Vôlei. A estreia oficial da atacante foi no dia 27 de setembro de 2013, diante do Barueri, no Ginásio Sérgio Honda, em São Paulo. Na ocasião as paulistas venceram por 3×0.

Neste ano singular na carreira da bicampeã e MVP olímpica, a Ponto MKT Esportivo conversou com a atleta, que analisou as quatro temporadas com o Terracap/BRB/Brasília Vôlei, revelou algumas vontades e fez projeções para o futuro. Confira.

Ponto MKT: Qual foi o sentimento quando você recebeu o convite do Terracap/BRB/Brasília Vôlei para retornar à sua cidade?

PP4: Lembro nitidamente porque foi motivo de muita felicidade para mim. Primeiro porque nunca imaginei que fosse morar em Brasília novamente, ter a possibilidade de ficar perto da minha família após 16 anos pelo mundo – passei por São Paulo, outros países e várias cidades… Fiquei realmente muito feliz e minha família ficou em êxtase. O sentimento foi de agradecimento a Deus por fazer parte do projeto e principalmente aqui dentro de casa, no meu berço.

Ponto MKT: 2013/2014

PP4: A primeira temporada foi muito difícil porque tínhamos um time montado às pressas e ainda não era tão organizado como é hoje. Vivemos alguns contratempos no primeiro ano de projeto, mas conseguimos, dentro do esperado, a classificação para o próximo ano de Superliga. Isso foi fundamental pois era um projeto novo e manter-se na elite na temporada seguinte foi muito bom. Pessoalmente, olhar para a arquibancada e rever meus amigos de infância e minha família me marcou muito naquele ano.

Ponto MKT: 2014/2015

PP4: Na segunda temporada algumas mudanças não ocorreram e foi um ano muito complicado, pessoalmente falando. Não consegui jogar meu voleibol pois o time não deu liga, o dia-a-dia não era legal e isso comprometeu bastante, mas conseguimos subir na classificação ao final do campeonato.

Ponto MKT: 2015/2016

PP4: Nessa temporada o Manu Arnaut veio com uma proposta diferente de trabalho e o time foi renovado. Aquele momento foi onde me reencontrei. A chegada da Sassá também foi essencial para mim porque, além de uma grande atleta, é uma grande amiga. Vivemos muitos momentos delicados e felizes juntas, então quando ela chegou eu sabia que teria uma pessoa do meu lado para me ajudar a reencontrar meu voleibol e que iria estar torcendo e me apoiando diariamente. Isso me deu muita confiança. Estávamos muito bem treinadas técnica e fisicamente. Tínhamos o preparador físico Lucas Tessutti, que, particularmente, gosto bastante do trabalho dele. O Manu é uma pessoa que amei conhecer. É um cara competente, trabalhador, de um caráter maravilhoso e tudo isso me ajudou e me deixou tranquila. Dedicaria essa terceira temporada, que foi meu auge físico e técnico, a essas três pessoas: Manu, Sassá e Lucas.

Ponto MKT: 2016/2017

PP4: Esse ano o Anderson veio com esse papel que a Sassá, o Lucas e o Manu tiveram. Como existe amizade, respeito e carinho entre nós, a gente se sente valorizada e à vontade para trabalhar. Mais um ano tenho pessoas que tornam-se pilares para mim, peças-chave para que eu consiga jogar motivada e realmente esteja com a cabeça totalmente voltada a estar bem o tempo todo, tanto técnica quanto fisicamente. É o início da carreira dele como técnico e de repente essa confiança mútua pode ser boa para os dois. Por mais que critiquemos um ao outro, sabemos do fundo do coração que nunca será por maldade.

Ponto MKT: Já imaginou encerrar a carreira no Terracap/BRB/Brasília Vôlei?

PP4: Tenho pensado nisso. É claro que seria muito legal poder terminar aqui, até porque antes minha base era em São Paulo, a minha casa é em São Paulo. Agora estou até vendendo lá para morar de vez em Brasília. É aonde quero ficar e permanecer depois de encerrar a carreira, com meus novos projetos, nova vida… Me despedir, de repente, com o ginásio lotado e aquela emoção toda… Até visualizei esse momento quando acabou nosso jogo contra o Rio do Sul e pensei: “Nossa, será que Deus me trouxe para cá para eu fechar meus últimos anos lindamente com meus amigos e minha família?” Se for isso que ele escreveu só tenho a agradecer, mas tomara que demore um pouco (risos).

Ponto MKT: Quais são os planos para o futuro?

PP4: Quero fazer alguma oficina para atuar. Adoraria ser atriz, combina demais comigo e tem o fato deu cantar, isso abre um leque de opções e dá para abusar bastante de mim (risos). Começarei a fazer alguma dessas oficinas já para me familiarizar e até para me decidir, pois ainda não tenho certeza se é isso mesmo que quero. Relançarei minha marca ‘PP4’ porque um dos meus sonhos é ter uma marca de bolsas e sapatos – coisas que amo de paixão. Tenho procurado um parceiro para fazermos uma sociedade e tocar esse projeto. São projetos e sonhos que tenho e devo ir colocando em prática aos poucos.

O Terracap/BRB/Brasília Vôlei é patrocinado pela Terracap, Corretora Seguros BRB, Café do Sítio e SESI

PP4 Moments – Em 2012, Vôlei Futuro batia o Unilever por 3 a 2 de virada

O ano é 2012, quando Paula atuava pelo Vôlei Futuro, de Araçatuba-SP, durante a Superliga 2011/2012. Do outro lado da quadra estava a equipe visitante, a Unilever, do Rio de Janeiro.

As cariocas começaram arrasadoras naquela partida, logo de cara já abriram 2 sets a 0 (21/25 e 21/25). Com uma tristeza evidente, a torcida do Vôlei Futuro começava a deixar o ginásio, já que não acreditava em um desfecho positivo para as donas da casa. Porém, a história não foi bem assim, e para o torcedor que ficou, motivos não faltaram para sorrir.

No terceiro set, a equipe do Vôlei Futuro, que além de PP4 contava com Walewska e Fernanda Garay, iniciou uma reação e equilibrou as ações. Com um bom volume de jogo, fechou a parcial em 25 a 20. Estavam vivas na partida!

Apesar do terceiro set ter sido ganho pelas paulistas, a equipe carioca não era do tipo que se abalava, já que tinha em seu elenco jogadoras experientes e de renome, como Sheila, Fabi, Fernanda Venturini e Mari. O quarto set prometia fortes emoções.

Foi uma verdadeira guerra. Atletas disputavam ponto a ponto até os momentos finais. Com um bloqueio de Paula, que vibrou muito na comemoração, o Vôlei Futuro fez 30 a 28, empatou a partida e levou o jogo para o tie-break, algo que nem o mais otimista do torcedor poderia imaginar a dois sets atrás.

Set final, ambas as equipes mostravam ampla vontade de sair com a vitória. Nos momentos finais da partida, o matchpoint estava nas mãos das paulistas: 14 a 12. Paula sacou, e depois de atacar duas vezes, a bola bateu no bloqueio e foi para fora. Vitória do Vôlei Futuro!

Na hora, a bicampeã olímpica estava incontrolável e vibrava como nunca. A alegria de Paula se estendeu pelas arquibancadas e animou os torcedores que ficaram para apoiar a equipe, com claro sentimento de orgulho pelo feito das jogadoras, afinal, não era nada fácil desbancar o estrelado time do Unilever, ainda mais dessa maneira.

Veja os melhores momentos daquela partida:

Foto: Divulgação/ CBV

Com Paula Pequeno presente, Terracap/BRB/Brasília Vôlei apresenta seu novo treinador

Com o objetivo de fortalecer seu elenco, o Terracap/BRB/Brasília Vôlei apresentou na última quarta-feira (20) seu novo treinador, Anderson Rodrigues, que era assistente técnico do Minas. Paula Pequeno e outros destaques do time, como Macris e Andréia, estavam presentes e participaram da coletiva.

Anderson pode agregar muito a suas novas comandadas. Sua experiência como atleta é enorme, já que foi jogador da Seleção Brasileira por anos. Entre suas principais conquistas quando estava em quadra, estão seus seis títulos da Liga Mundial e a medalha de ouro nos Jogos de Atenas, em 2004.

No evento, Paula se mostrou otimista com os rumos do Brasília. A base do ano passado foi mantida e chegaram atletas jovens, com grande potencial de crescimento e que podem agregar muito a equipe.  Assim como Macris e Andréia, a bicampeã olimpica destacou a união do grupo como diferencial para esta temporada.

“Esse ano a base que ficou está mais experiente e as meninas que estão chegando são mais novas. Gosto muito da mistura de idades porque não estamos aqui só para jogar, estamos aqui para deixar um legado. É muito legal trabalhar com as mais jovens para que possamos ajudá-las na carreira e elas também nos ensinam bastante. Estou sempre pronta para aprender mais e essa mistura é muito positiva e pode ser uma das chaves para o sucesso este ano”, disse Paula, ao site oficial do Brasília.

A Superliga 2016/2017 começa no fim deste ano, com previsão para o mês de novembro.

Foto: Terracap/BRB/Brasília Vôlei

Paula Pequeno renova com o Terracap/BRB/Brasília Vôlei

Nesta segunda-feira (11), o Terracap/BRB/Brasília Vôlei anunciou a renovação de contrato de Paula Pequeno por mais uma temporada. A Bicampeã Olímpica vai completar quatro anos na agremiação e é uma das principais jogadoras da equipe.

O fator familiar foi um dos que fez Paula continuar na equipe, como ela mesma afirma: “A renovação é importante por vários motivos. Minha filha está adaptada em Brasília, nós temos vários projetos em andamento e outros para colocar em prática. Estar perto da família é sempre bom”.

Com a renovação, a montagem do elenco foi praticamente finalizada. “Espero que a gente consiga fazer uma excelente Superliga e superar as expectativas. A base foi mantida, então vamos juntar o que cada uma tem de melhor para tornar esse time cada dia mais consistente”, disse Paula.

Na última temporada, o Terracap/BRB/Brasília Vôlei ficou na quinta colocação da Superliga Feminina. Foram 12 vitórias em 24 jogos. Nas quartas-de-final, a equipe encarou o Vôlei Nestlé e acabou superado por 2-0.

A CBV anunciará a data de início da Superliga 2016/2017 e a tabela da competição.

(Foto: Felipe Alves)

PP4 Moments – Jogos Pan-Americanos de 2011

20 de outubro de 2011. Naquele dia, Paula Pequeno e as demais jogadoras da Seleção Brasileira disputavam a final dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, contra a forte equipe de Cuba. O jogo foi um grande momento para PP4, umas das melhores em quadra.

A partida era encarada por muitos como uma revanche. Quatros anos antes, no Pan do Rio, as cubanas derrotaram as donas da casa dentro de um Maracanãzinho lotado, que apoiou as brasileiras a todo minuto.

No primeiro set, o Brasil atropelou Cuba, com uma larga vantagem até os pontos finais, quando as adversárias cresceram de produção, mas não o suficiente para recuperar a parcial e vê-la ser fechada em 25 a 15. A atuação de Paula foi incrível, virando todas as bolas que chegavam para ela.

Já na segunda parcial, foram as cubanas que abriram vantagem. Apesar da reação brasileira no fim, o set terminou 25 a 21, empatando a partida.

Com o terceiro set em curso, as emoções vieram à flor da pele. Talvez o mais emocionante da partida, com as equipes trocando pontos a todo momento. O Brasil, que sempre manteve uma vantagem durante a parcial, conseguiu fechar o set em novo 25 a 21 e se colocar a frente do placar mais uma vez.

As brasileiras logo se colocaram na dianteira no quarto set, na expectativa de encerrar ali a partida. Entretanto, Cuba voltou mais ligada do tempo técnico e iniciou uma reação, que terminou em uma vantagem de 24 a 15. Paula e suas companheiras marcaram seis pontos seguidos, mas a partida caminhou para o tie -break com um 25 a 21 reverso.

Era a hora da decisão, 15 pontos pela medalha de ouro. Paula e a equipe estavam prontas para dar o seu melhor, e não foi diferente. Com boa atuação de Sheilla e o ponto decisivo de Tandara, as brasileiras venceram, por 15 a 10.

Com a conquista, a equipe do técnico José Roberto Guimarães quebrou uma escrita de 12 anos sem o ouro no Pan-americano. O último foi em Winnipeg, em 1999.

(Reprodução/TV)

Paula Pequeno recebe homenagem da CBV

Em jogo realizado na Arena Carioca 1, no Rio de Janeiro, a Seleção Feminina venceu a Sérvia por 3 sets a 0 e se classificou de forma invicta para a próxima fase do Grand Prix. Porém o grande momento desde dia foi a homenagem da CBV para as atletas que representaram o Brasil nos Jogos Olímpicos desde 1980. E Paula Pequeno estava entre as estrelas, entrando junto do time de Londres 2012.

“Estar na companhia de muitas ídolas me fez lembrar de como elas me inspiravam no início da minha carreira. Me senti orgulhosa por estar ali com elas”, disse a bicampeã olímpica.

As atletas entravam com suas respectivas equipes da época, indicando com uma placa qual edição aquele time participou. Foram homenageadas 63 jogadoras de nove olimpíadas, de Moscou a Londres.

Todas as presentes receberam, além da admiração dos espectadores da partida, um documento, em agradecimento pelos serviços prestados ao voleibol nacional, entregue pelo presidente da CBV, Walter Pitombo Laranjeiras.

Paula Pequeno será condutora da Tocha Olímpica

Paula Pequeno terá mais um grande capítulo em sua história olímpica. Depois de conquistar a Medalha de Ouro em duas ocasiões, Pequim e Londres, e ser eleita a Melhor Jogadora em 2008, a atleta agora será uma das condutoras da Tocha em Brasília.

A chama olímpica chega ao Brasil nesta terça-feira (03) e passará por diversos pontos da capital federal e cidades satélites. Foram confirmados oito atletas brasilienses, sendo nascidos na capital ou nela radicados, para a condução. Os nomes e o percurso completo podem ser conferidos no site Vibra Brasília.

“Já vivi o espírito olímpico e sei bem a grandeza que tem. Mas a tocha é o símbolo máximo disso. Estou uma grande expectativa para este momento e tenho certeza que será uma grande emoção para mim e para a cidade”, afirmou Paula à TV Bandeirantes.

A Bicampeã Olímpica será conduzirá a tocha pela Catedral de Brasília entre 10h30 e 11h30 da manhã desta terça (03).

(Foto: Roberto Castro/ME)

Paula Pequeno faz o balanço da temporada

A ponteira Bicampeã Olímpica Paula Pequeno defendeu as cores do Terracap/Brasília Vôlei na temporada 2015/2016, na qual a equipe chegou às quartas-de-final da Superliga. Na última partida, a atleta e suas companheiras deixaram a quadra aplaudidas de pé pela torcida.

Passados os jogos, Paula traçou o balanço da temporada. “De um modo geral foi muito produtiva. A cada ano que passa, conseguimos fazer uma campanha melhor. Tivemos a felicidade de formar um grupo muito bom, profissional, dedicado e talentoso. Claro que com limitações, mas mesmo assim superamos muitos dos limites individuais jogando como equipe. Pudemos contar com uma comissão competente que ajudou muito”.

Paula também analisou a campanha na Superliga, a principal competição do país. “Foi um campeonato marcado por altos e baixos, mas o que chamou atenção foi a forma que encaramos cada partida. Nos jogos mais difíceis, conseguimos surpreender em vários momentos e as metas traçadas dentro de um bom senso da realidade do time foram alcançadas. Os melhores jogos que fizemos foi contra o Sesi no turno e no returno, mas não podemos deixar de valorizar as partidas contra Osasco no turno e Rio no returno”.

Na campanha foram 24 jogos, sendo 12 vitórias e 12 derrotas. No meio da Superliga, o Terracap/Brasília Vôlei venceu seis jogos seguidos, sendo quatro por 3-0. Contando com estas, foram nove vitórias sem perder sets. Paula sempre figurou entre as maiores pontuadoras da competição, chegando inclusive a encabeçar a lista. Ela marcou mais de 300 pontos nesta temporada.

E a atleta finalizou seu balanço. “Satisfeita não estarei nunca, posso render ainda mais, mas o dia a dia agradável que tínhamos e o respeito que me foi dado me deixaram uma satisfação pessoal de ter vivido todos os momentos com esse time. Agora é descansar e esperar pra ver o que Deus está guardando”.